Ensino municipal pode adquirir
computadores com mais facilidade

A aquisição de equipamentos de informática em redes municipais de ensinos será facilitada com o Programa recém criado pelo governo federal, Um Computador por Aluno (Prouca). Os Municípios interessados na aquisição podem solicitar a concessão de linha de crédito especial, a título de empréstimo, junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O governo aprovou R$ 660 milhões para os empréstimos aos Municípios.
O Programa tem como objetivo promover a inclusão digital nas escolas por meio do investimento em equipamentos. Os valores dos computadores e demais equipamentos serão definidos por meio do Pregão Eletrônico do FNDE. As adesões ao Programa e à ata de registros de preços do pregão deverão ser feitas por meio do Sistema de Gestão Tecnológica (Sigetec), disponível no site do MEC.
Para a Confederação Nacional de Municípios (CNM), o Prouca possibilita o investimento no uso das tecnologias educacionais, que são ferramentas importantes e podem contribuir para a melhoria da qualidade do ensino.
Porém, a entidade salienta que é fundamental cada Município analisar sua situação financeira em relação ao empréstimo. Pois, apesar de as prefeituras serem beneficiadas com preços mais baixos e terem facilidade no processo de compra, serão desembolsados recursos próprios municipais na aquisição dos equipamentos.
Outras formas de adesão - Os Municípios interessados na aquisição de computadores e equipamentos de informática também podem aderir ao Prouca para fazer compras diretas com recursos próprios municipais ou de outras fontes, além da transferência de recursos do Ministério da Educação (MEC), ou de emendas parlamentares, mediante apresentação de plano de trabalho.

Caú recebe apoio para presidir o Sebrae-PI
Com o apoio dos membros conselheiros do Sebrae-PI e Governo do Estado, o empresário e agropecuarista Carlos Augusto Melo Carneiro da Cunha-Caú, presidente da FAEPI e SENAR/AR/PI, foi indicado para presidir o Conselho Deliberativo do órgão durante o biênio 2011/2012. Após um acordo feito na última eleição, onde foi escolhido o atual presidente Ulysses Morais, ficou acertado que a próxima diretoria seria para a Agricultura, cabendo à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Piauí, indicar um nome para a presidência do Conselho.
Naquela época, impossibilitado de assumir tal compromisso por problemas de saúde, Caú, cedeu sua vez para Ulysses Morais, e agora, já restabelecido, assumirá o comando do órgão a partir do próximo ano. Com a certeza e disposição de fazer uma boa gestão, Caú já comunicou aos presidentes de federações a sua mais nova ascensão, lembrando que todos já presidiram o SEBRAE, faltando apenas o Piauí. "Este é um acordo feito por todos os companheiros conselheiros, e tenho certeza que são pessoas dignas e de palavra. Por esse motivo, estamos nos lançando candidatos à presidência do Conselho do Sebrae-PI", exalta Caú.
Pela longa experiência como dirigente classista e a convivência com os problemas do Estado, Caú se diz preparado para assumir a presidência do Conselho do Sebrae-PI, onde pretende dar mais assistência ao setor produtivo do Piauí através de programas que beneficiem o homem do campo. Com eleição prevista para o mês de novembro de 2010, a nova diretoria do Sebrae-PI assumirá no início de janeiro de 2011. Convicto de uma gestão voltada para os interesses de entidades de classe e a população de modo geral, Caú mantém compromissos com Federação da Indústria, Comércio, Agricultura, Lojistas, Associação Industrial, Comercial, Banco do Brasil, BNB, Caixa Econômica, Universidade Federal do Piauí e demais, e não pode mais retroceder.
O Sebrae - O Sebrae faz parte de um sistema criado em 1972 vinculado ao Governo Federal. A partir de 1990, a entidade desligou-se do setor público, transformando-se num serviço social autônomo, denominado Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - Sebrae. Na realidade, este foi o primeiro organismo afinado com o antigo Programa Nacional de Desestatização, embrião de uma nova prática de gestão de determinados serviços controlados pelo Estado, ou seja, a privatização. Formalmente, trata-se de uma entidade civil sem fins lucrativos, consolidando-se como entidade composta por representantes da iniciativa privada e do setor público.
Essa parceria visa sintonizar as ações que buscam estimular e promover as empresas de pequeno porte com as políticas nacionais de desenvolvimento econômico e social do país. Constitui-se, portanto, uma ferramenta prática com múltiplas funções, que capacita os pequenos empresários a fim de obterem as condições necessárias para crescer e acompanhar o ritmo de uma economia mais aberta e competitiva, cuja missão é desenvolver e consolidar a força empreendedora piauiense voltada para o segmento dos pequenos negócios, contribuindo para o desenvolvimento do Estado e do país.