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Jornalista Responsavel: Joelson Giordani
Coordenador: Dr.José Francisco Vasconcelos Especialista em Medicina do Trabalho e Proctologia. Reg. CRM: 226 e 246 respectivamente
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O vírus da corrupção e os da população

"Enquanto o governo finge que não sabia do mensalão e outras maracutaias, seus adversários fingem que investigam. Para além do oportunismo, do medo e da incompetência, a oposição, ao longo da crise, foi-se acovardando em função de um acordo espúrio com o PT. Ele pode ser resumido assim: ‘Não investigue os meus que eu não investigo os seus’.”
( Revista Veja desta semana).

A mídia, quase que diariamente, informa a contaminação da classe política pelo o vírus da corrupção.

E o nosso povo? Está “Deitado eternamente em berço esplendido. Ao som do mar, e a luz do céu profundo...”.

Brasil, “Se ergues da justiça à clava forte, Verás que um filho teu não foge à luta...”.

Onde está? “... um povo heróico o brado retumbante?...” (Hino Nacional). Para enfrentar não só o vírus da corrupção que é uma “EPIDEMIA”, como também OUTRAS EPIDEMIAS que está atacando a população; como a DENGUE?

O vírus da corrupção é tão virulento para a população, quanto aos outras que causam doenças.

Teresina executa uma Operação Emergencial de combate à dengue, que é causado por um vírus. Enquanto o país, além da dengue, se preocupa com o potencial ameaça da gripe aviária, se não bastasse, o Jornal a Folha de São Paulo destaca: “VÍRUS DO NILO ATERRISSA NO AMÉRICA DO SUL”. Informa que cientistas argentinas acabam de detectar em cavalos na Província de Buenos Aires o vírus do Nilo Ocidental, que causa pânico nos Estados Unidos, desde a fim da década passada.

Sua chegada ao Brasil é provavelmente uma questão de tempo, como também o da gripe aviária, a mesma por onde passa causa vítimas, só na Indonésia já foram registradas 37 mortes. O mais grave, a transmissão já está ocorrendo de humanos para humanos.

O vírus do Nilo Ocidental tem como vetor o gênero Culex, o popular pernilongo, praga comum em cidades brasileira, especialmente nos meses de verão.

“A gente não tem como controlar o pernilongo”, conforma-se o virologista Paolo Zanotto, da USP, coordenador da Rede de Diversidade Genética de Vírus da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
O vírus do Nilo foi isolado até agora em três animais na Argentina. Todos os três morreram de encefalite (inflamação do cérebro).

O vírus do Nilo Ocidental (batizado em homenagem ao distrito de Uganda onde foi isolado pela primeira vez) é um flavivírus. Ele é parente próximo de elementos reconhecidamente maus, como os causadores da dengue e da febre amarela. Tem aves como reservatórios e mosquitos como transmissores, e é capaz de infectar de cavalos a jacarés, passando por seres humanos.

O vírus do Nilo Ocidental tem causado pânico nos países onde se instalou, especialmente nos EUA, onde causou surtos graves em humanos em 1999, com 62 casos, e em 2000, com 21 casos. Na época de sua chegada ao território americano, chegou a matar 20% dos pacientes.

O que torna esse parasita especialmente desagradável é o fato de ele preferir se reproduzir no espaço entre as células do cérebro e invadi-las após a replicação. O parasita leva à desintegração de neurônios e também desperta células do sistema de defesa do corpo para atacar o cérebro na tentativa de livrá-lo do micróbio. Isso causa lesões em pontos tão diversos e sensíveis quanto o córtex cerebral (responsável pelo raciocínio), a medula e o cerebelo.

A infecção costuma durar no máximo algumas semanas, e apenas uma em cada 150 pessoas tem sintomas graves. Mas em muitos desses casos à enfermidade deixa seqüelas.

Brasil, os filhos teus estão fugindo à luta? Onde está um povo heróico o brado retumbante?

Dr.Vasoncelos – O Amigão – Editor da Página.

Flagrantes da cidade II

Desde a semana passada estamos publicando uma série de fotografias flagrando situações cotidianas que comprometem a saúde da população teresinense.
Hoje estamos dando destaque para a Praça Senador Bernardino Viana, popularmente conhecida como a praça do 5o Distrito Policial, localizada no bairro dos noivos, se não bastasse a sua não conclusão do seu projeto original por parte da Prefeitura, a mesma a noite é tomada pela escuridão. A praça é frequentada por cavalos que defecam e urinam no mesmo local onde as crianças brincam diariamente. Além disso, existe sempre o risco de que a fúria dos animais possam oferecer risco aos que passam pelo local.
A prefeitura não está nem recolhendo o seu próprio lixo da praça, conforme a foto ao lado, dando mal exemplo para a própria população para que junte o seu lixo residencial ao entulho deixado para traz pela limpeza pública. A sujeira não está somente na praça. Um quarteirão antes se localiza a rua Pedro Conde. No local, como mostra as foto, o multirão ainda não passou pela área.

 

 

 

 

Notícias da Facid

 

O Centro Acadêmico do Curso de Enfermagem da FACID – CAENF, recebeu no último dia 31 de maio a certidão oficial de registro. Na foto, membros do Centro com a Coordenadora, Dra. Judite Albuquerque.