A mídia,
quase que diariamente, informa a contaminação da classe
política pelo o vírus da corrupção.
E o
nosso povo? Está “Deitado eternamente em berço
esplendido. Ao som do mar, e a luz do céu profundo...”.
Brasil,
“Se ergues da justiça à clava forte, Verás
que um filho teu não foge à luta...”.
Onde
está? “... um povo heróico o brado retumbante?...”
(Hino Nacional). Para enfrentar não só o vírus
da corrupção que é uma “EPIDEMIA”,
como também OUTRAS EPIDEMIAS que está atacando a população;
como a DENGUE?
O vírus
da corrupção é tão virulento para a
população, quanto aos outras que causam doenças.
Teresina
executa uma Operação Emergencial de combate à
dengue, que é causado por um vírus. Enquanto o país,
além da dengue, se preocupa com o potencial ameaça
da gripe aviária, se não bastasse, o Jornal a Folha
de São Paulo destaca: “VÍRUS DO NILO ATERRISSA
NO AMÉRICA DO SUL”. Informa que cientistas argentinas
acabam de detectar em cavalos na Província de Buenos Aires
o vírus do Nilo Ocidental, que causa pânico nos Estados
Unidos, desde a fim da década passada.
Sua
chegada ao Brasil é provavelmente uma questão de tempo,
como também o da gripe aviária, a mesma por onde passa
causa vítimas, só na Indonésia já foram
registradas 37 mortes. O mais grave, a transmissão já
está ocorrendo de humanos para humanos.
O vírus
do Nilo Ocidental tem como vetor o gênero Culex, o popular
pernilongo, praga comum em cidades brasileira, especialmente nos
meses de verão.
“A
gente não tem como controlar o pernilongo”, conforma-se
o virologista Paolo Zanotto, da USP, coordenador da Rede de Diversidade
Genética de Vírus da Fundação de Amparo
à Pesquisa do Estado de São Paulo
O vírus do Nilo foi isolado até agora em três
animais na Argentina. Todos os três morreram de encefalite
(inflamação do cérebro).
O vírus
do Nilo Ocidental (batizado em homenagem ao distrito de Uganda onde
foi isolado pela primeira vez) é um flavivírus. Ele
é parente próximo de elementos reconhecidamente maus,
como os causadores da dengue e da febre amarela. Tem aves como reservatórios
e mosquitos como transmissores, e é capaz de infectar de
cavalos a jacarés, passando por seres humanos.
O vírus
do Nilo Ocidental tem causado pânico nos países onde
se instalou, especialmente nos EUA, onde causou surtos graves em
humanos em 1999, com 62 casos, e em 2000, com 21 casos. Na época
de sua chegada ao território americano, chegou a matar 20%
dos pacientes.
O que
torna esse parasita especialmente desagradável é o
fato de ele preferir se reproduzir no espaço entre as células
do cérebro e invadi-las após a replicação.
O parasita leva à desintegração de neurônios
e também desperta células do sistema de defesa do
corpo para atacar o cérebro na tentativa de livrá-lo
do micróbio. Isso causa lesões em pontos tão
diversos e sensíveis quanto o córtex cerebral (responsável
pelo raciocínio), a medula e o cerebelo.
A infecção
costuma durar no máximo algumas semanas, e apenas uma em
cada 150 pessoas tem sintomas graves. Mas em muitos desses casos
à enfermidade deixa seqüelas.
Brasil,
os filhos teus estão fugindo à luta? Onde está
um povo heróico o brado retumbante?
Dr.Vasoncelos
– O Amigão – Editor da Página.
Flagrantes
da cidade II