PT
reúne hoje executiva para decidir apoio
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| Fábio
Novo esta otimista com entendimento do PT para 2010 |
O
Partido dos Trabalhadores réune hoje os líderes da
executiva e as lideranças para decidir que rumos o partido
vai tomar em 2010. De acordo com o presidente do PT, deputado Fábio
Novo, disse que algumas questões já foram decididas.
Segundo ele o partido se reúne hoje para decidir se vai continuar
nos critérios adotados no ano passado para a escolha de uma
nome para a base ou se o PT terá candidato próprio.
De acordo com o deputado João de Deus o Partido vai optar
mesmo pelo nome do secretário de Educação,
Antonio José Medeiros para ser o candidato.
João de Deus defende que Antonio José não pode
ser preterido da disputa pelo critério das pequisas eleitorais.
Segundo ele "se há alguma meses se a escolha entre Dilma
e Serra tivesse ocorrido e o PT tivesse que optar, teria optado
em apoiar Serra e hoje já vemos outras realidade então
números de pesquisa não podem ser critério",
afirmou o deputado.
Fábio Novo disse que o PT já decidiu que não
será impecilho para a união da base e para que o governador
Wellington Dias saia do Karnak e seja o candidato do partido ao
Senado.
"Acredito que se já fechamos estas questões não
será impedimento fecharmos outras decisões",
afirmou o deputado.
Fábio Novo disse que a decisão tomada hoje será
base do anúncio que o governador Wellington Dias vai fazer
no próximo dia 19, quando será indicado o nome do
blocão para disputad a eleição ao Governo do
Estado. O deputado disse que o governador foi convidado para a reunião,
mas não coinfirmou se estará presente ao encontro
que vai ocorrer na sede do partido. O deputado federal Nazareno
Fonteles estará presente. (K.D)
Emergência
no Piauí leva um ano para ser reconhecida
Quase
um ano depois de decretada a situação de emergência
em vários municípios do Piauí por conta das
enchentes a Defesa Civil Nacional homologou e publicou o decreto
de reconhecimento da situação no Piauí. A maioria
dos decretos foi assinada pelo Governo do Estado em abril do ano
passado. As prefeituras do Piauí já começaram
a assinar os decretos de emergência por conta da Seca. Ao
todo foi reconhecida a emergência de 31 municípios.
Agora em mais de 150 cidades do Estado a situação
já é de seca com a perda da safra e a necessidade
de distribuição de água.
Vários são os motivos alegados pela Defesa Civil Nacional
para o atraso no reconhecimento. Entre as razões alegadas
está a falta de documentos a serem encaminhados pelas prefeituras
ao longo do processo. Segundo técnicos da Defesa Civil do
Estado isso não atrapalha a ajuda e os municípios
já receberam os recursos. A emergência foi reconhecida
pela Portaria nº 141 de 11 de março nos municípios
afetados pela enchente. Foi reconhecida emergência nos municípios
de Alto Longá; Angical do Piauí; Beneditinos; Bocaína;
Boqueirão do Piauí; Cabeceiras do Piauí; Campinas
do Piauí; Caraúbas do Piauí; Castelo do Piauí;
Cocal dos Alves; Coivaras; Elesbão Veloso; Floriano; Jardim
do Mulato; Jatobá do Piauí; Joaquim Pires; Joça
Marques; José de Freitas; Lagoa Alegre; Manoel Emídio;
Matias Olimpio; Miguel Leão; Monsenhor Gil; Murici dos Portela,
Nossa Senhora de Nazaré, Pimenteiras; Santa Cruz dos Milagres;
Santana do Piauí, São Francisco do Piauí, São
João da Varjota e Sigefredo Pacheco. O atraso não
é só do reconhecimento pela situação
de emergência por parte da Defesa Civil Nacional. Na maioria
das cidades que foram atingidas pela enchente do ano passado as
obras de reconstrução de estradas e casas não
foram concluídas.
Serra
fará pesquisa com nome de Mão Santa
O senador Mão Santa (PSC) recebeu a informação
do favorito pré-candidato ao governo de Rondônia, ex-senador
Expedito Júnior (PSDB), de que o governador de São
Paulo e pré-candidato à presidência da República,
José Serra (PSDB), vai fazer uma sondagem para aferir a popularidade
dos propensos nomes que têm potencial de vir a ser vice na
chapa tucana, entre eles, está incluso o nome do senador
piauiense.
A informação foi repassada durante a visita de Mão
Santa ao estado de Rondônia, última sexta-feira (12),
para participar de um ato de filiação do PSDB encabeçado
por Expedito Júnior, em Porto Velho e, no segundo maior reduto
eleitoral do estado, Ji-Paraná, município localizado
a cerca de 400 quilômetros da capital. “Eu mesmo falei
para o Serra que era preciso fazer essa pesquisa para avaliar a
popularidade de Mão Santa”, disse Expedito.
"Eu estava conversando com Serra e lhe entreguei uma pesquisa
feita em Rondônia onde mostra que 84% da população
indicaria o nome do senador a vice-presidente, em detrimento dos
demais nomes. Daí eu disse para o Serra: ‘governador,
faça uma pesquisa e inclua o nome do Mão Santa’.
No que Serra me disse: ‘sabe que você está certo’",
afirnou.
Para o pré-candidato ao governo de Rondônia, nem um
outro político da oposição supera Mão
Santa para o posto de vice.
"Se o Serra vier com Mão Santa em Rondônia, por
exemplo, ele (Serra) junta mais gente do que se vier sozinho. O
Mão Santa fala a língua do povo", finalizou o
tucano.
PT
reúne hoje executiva para decidir apoio
O Partido dos Trabalhadores réune hoje os líderes
da executiva e as lideranças para decidir que rumos o partido
vai tomar em 2010. De acordo com o presidente do PT, deputado Fábio
Novo, disse que algumas questões já foram decididas.
Segundo ele o partido se reúne hoje para decidir se vai continuar
nos critérios adotados no ano passado para a escolha de uma
nome para a base ou se o PT terá candidato próprio.
De acordo com o deputado João de Deus o Partido vai optar
mesmo pelo nome do secretário de Educação,
Antonio José Medeiros para ser o candidato.
João de Deus defende que Antonio José não pode
ser preterido da disputa pelo critério das pequisas eleitorais.
Segundo ele "se há alguma meses se a escolha entre Dilma
e Serra tivesse ocorrido e o PT tivesse que optar, teria optado
em apoiar Serra e hoje já vemos outras realidade então
números de pesquisa não podem ser critério",
afirmou o deputado.
Fábio Novo disse que o PT já decidiu que não
será impecilho para a união da base e para que o governador
Wellington Dias saia do Karnak e seja o candidato do partido ao
Senado.
"Acredito que se já fechamos estas questões não
será impedimento fecharmos outras decisões",
afirmou o deputado.
Fábio Novo disse que a decisão tomada hoje será
base do anúncio que o governador Wellington Dias vai fazer
no próximo dia 19, quando será indicado o nome do
blocão para disputad a eleição ao Governo do
Estado. O deputado disse que o governador foi convidado para a reunião,
mas não coinfirmou se estará presente ao encontro
que vai ocorrer na sede do partido. O deputado federal Nazareno
Fonteles estará presente. (K.D)
PSDB em Teresina homologa Firmino Filho na presidência
A convenção de renovação do diretório
municipal do Partido Democrático Socialista Brasileiro- PSDB,
para o biênio 2010 / 2011, foi marcada pelo desejo da candidatura
do prefeito Sílvio Mendes ao Governo do Estado. Várias
lideranças do partido estiveram presentes, entre elas o ex-senador
Freitas Neto, o presidente da Câmara dos Vereadores Renato
Berger, além de secretários e convidados de outros
partidos, como foi o caso do vereador Rodrigo Martins do PSB. A
composição do diretório ficou a seguinte, vice-
presidente, Francisco Wilson R. de Melo, secretário, João
Eulálio de Pádua e Tesoureiro o presidente da Câmara
Renato Pires Berger.
O vereador e atual presidente da Fundação Municipal
de Saúde, Firmino Filho, ficou à frente do diretório.
Firmino chegou ao local de votação falando da renovação
do diretório e demonstrando entusiasmo com a candidatura
de Silvio. Ele disse que o PSDB não vai fugir da luta, porque
tem a obrigação moral de ter um candidato a governador
e por isso o partido vai para o embate. "O PSDB tem um papel
importante nesta sucessão e aqui em Teresina com a renovação
o partido vai ter uma batalha muito grande para apoiar o Sílvio
Mendes", disse Firmino.
Para o presidente da Câmara Renato Berger os vereadores do
partido encaram a transição com tranqüilidade,
mas fez questão de informar que antes é preciso que
o Prefeito renuncie o mandato e oficialize a candidatura, não
só pelo fato de o PSDB está no Governo do Estado,
mas pela pessoa que o Sílvio representa, e principalmente
porque o nome do prefeito está surgindo do anseio popular.
Renato Berger disse ainda que o PSDB, sempre teve uma penetração
muito grande em Teresina, e mostrou a grande participação
das mulheres, que tomavam conta da plenária. Mas além
das mulheres outro grupo a chamar atenção foi o PSDB
jovem, que com as suas faixas e batucadas disse que irão
se empenhar ao máximo na candidatura do Sílvio Mendes.
Rodrigo Martins que estava prestigiando a convenção
do PSDB informou a imprensa que o diretório Nacional do PSB,
quer uma candidatura própria ao Governo do Estado, o que
coloca o bloco do Governo em situação, ainda mais
difícil.
Projeto
de lei prevê saneamento rural
O governador Wellington Dias encaminhou Projeto de Lei à
Assembléia Legislativa pedindo que o Sistema Integrado de
Saneamento Rural do Piauí (Sisar-PI) seja reconhecido de
utilidade pública.
Ao justificar a proposição, Wellington Dias afirma
que o Sisar é uma associação sem fins lucrativos
que executa trabalho de manutenção de sistemas de
abastecimento de água e esgoto sanitário no Estado.
Wellington Dias diz que o Sisar tem 39 entidades filiadas, 19 sistemas
em operação, 33 sistemas em construção
e atende mais de duas mil famílias com água tratada
e esgoto sanitário.
Formado em 2004, o Sisar, de acordo com a mensagem do governador,
pretende atender cerca de 10 mil famílias no Estado. O Projeto
de Lei será apreciado nos próximos dias pela Comissão
de Constituição e Justiça da Assembleia.
Programa de Saúde e Saneamento Básico na Área
Rural do Piauí, é resultante da Cooperação
Financeira Oficial Brasil/Alemanha, por meio de um Contrato estabelecido
entre o Kreditanstalt für Wiederaufbau - KfW (agente financiador)
e o Ministério da Saúde (mutuário), sendo a
Secretaria de Saúde do Estado do Piauí - SESAPI a
responsável pela execução.O Programa tem seu
trabalho focado na região do semi-árido em várias
regiões como Fronteiras, Oeiras, Paulistana, Picos e Valença,
onde foram selecionadas 45 localidades.
O
Erro de Nazareno
O deputado federal petista Nazareno Fonteles é inteligente.
Conseguiu, esta semana, como certamente havia planejado, plantar
seu nome no centro do cenário mais focado pela mídia
mafrense: o das "negociações" com vista
à sucessão ao governo do estado. Pelas repercussões
provocadas por sua intervenção defendendo a candidatura
petista de A.J. Medeiros, indubitavelmente, poucos eleitores não
se lembrarão dele no dia das eleições. Sua
iniciativa provocou interessantes repercussões que merecem
comentários. Em artigos publicados na imprensa os autores
acusam o discurso de Nazareno de ser reducionista e atrasado e de
ser despreparado ou, talvez, ingênuo politicamente.
A primeira acusação diz que Nazareno opõe pobres
e ricos e, assim, retoma a "peniciosa" idéia da
divisão da sociedade em classes. Essa crítica tem
como pressuposto a idéia, própria das concepções
conservadoras, de que é possível viver em harmonia
na sociedade, de que é possível ignorar seus conflitos.
Ora, os conflitos sociais entre as classes não podem ser
erradicados por mera crença de quem quer que seja, pelo simples
fato de que são objetivos. Sua objetividade vem do fato,
não de opor, na aparência, ricos e pobres, mas de apontar
para as raízes ou causas da existência da riqueza e
da pobreza. Pobreza e riqueza são uma mesma e só realidade.
A pobreza existe por que existe a riqueza e para entender por que
uma leva à outra continua válida a tese de que o capital
amordaça o trabalho. Só não percebe quem não
quer, como a produção da riqueza é apropriada
desigualmente pelas pessoas e é esclarecedor que as grandes
concentrações, de riqueza e de pobreza, coincidem
com as classes sociais. Então, não é esse o
erro de Nazareno.
A segunda acusação diz que Nazareno não foi
suficientemente pragmático. Por pragmatismo entende o artigo
a atitude de Lula, "que soube modificar o discurso, abraçar
adversários"; a atitude de A.J. Medeiros, que "aprendeu
a lidar com a malícia da política"; a do deputado
J. de Deus, que com "a mesma cara de operário, nunca
mais atirou petardos de sindicalista exaltado", etc. E o autor
aconselha Nazareno dizendo que bom político "fala pouco
e não adianta suas ambições pessoais, como
o prefeito Sílvio Mendes", mas aguarda as "circunstâncias
saudáveis". Sobre essa acusação basta
dizer que ela representa a fina flor da postura covarde de que todos
devemos nos adequar ao pragmatismo do status quo.
O erro de Nazareno não está em fazer o que fez. O
PT tinha que defender, desde o início, um candidato próprio,
simplesmente por que o projeto político (sic) em andamento
era petista, as outras forças políticas no governo
são apenas aliadas desse projeto. Obviamente, nem todos os
agentes políticos da chamada "base" poderiam pensar
dessa forma. Para o governador W. Dias, por exemplo, essa história
de candidato do PT era algo contrário a seus planos de garantir
sua eleição ao Senado, pois para consagrar sua carreira
meteórica com essa eleição era necessário
o apoio de todas as forças da base.
Ao nosso entender, o erro de Nazareno é outro. Consiste em
fazer o que fez tardiamente, quando deveria tê-lo feito no
início da discussão sobre sucessão estadual,
no momento em que o governador propôs os tais critérios,
que ninguém certamente iria respeitar em seu conjunto. Mas,
isso ele não fez por que ainda não tinha noção
da ameaça que paira sobre sua reeleição. Mas,
o erro maior de Nazareno, a meu ver, é explorar o episódio
através da velha esperteza política. Ou seja, Nazareno
usou a oportunidade e a sua intervenção para tentar
alavancar eleitoralmente sua candidatura, a estas alturas ameaçada
por companheiros da sigla que, dizem nos quatro quantos da cidade,
vem aí com um caminhão cheio de dinheiro.
Contudo, no final das contas, a "esperteza" de Nazareno
terminou sendo fragilizada, pois ao apontar o dedo para o empresário
JVC não levou em consideração o fato de que
ele próprio pertence ao uma família de empresários,
tendo inclusive em seu filho um "empresário" do
setor financeiro, um dos mais improdutivos da economia. Além
do fato de que, como apontou o próprio JVC, Nazareno já
havia votado no representante do Grupo Claudino.
(*) Vicente
Gomes é Professor na UFPI. Doutor em Filosofia pela Unicamp
(icv@uol.com.br).
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